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Passadinha Rápida

Eu sei que eu tenho vindo pouco por aqui, menos do que eu deveria e menos do que eu gostaria! Na verdade ando com uma preguiça monstro de escrever e seu que vou morrer de me arrepender daqui uns anos.

O pequeno está cada dia mais lindo, mais levado e mais esperto. Falando pelos cotovelos, quando não está puxando assunto (e ele puxa mesmo), tá cantando pela casa! Coisa marlinda da mamãe! :)

De vez em quando me surpreende, com frases como “Olha, mamãe, que lindo!”, ou com um “Mamãe, você é linda!”, assim, do nada! Ou avisa que “Cecé tá cansado!”

Meu moleque tá virando um rapazinho. Já diz o que quer e o que não quer (e jura que tudo tem que ser do jeito dele… aham…), já explica o que tá sentindo, já sabe dar nome aos seus sentimentos, às coisas que precisa. E já tá querendo saber o porquê de um montão de coisas.

Já entende o que é certo e o que é errado, já sabe quando eu estou triste ou brava, e logo vem tentar resolver, jogando charme, me dando beijos e dizendo que me ama!!!

E tá teimoso. TUDO é uma luta, minha gente! Botar no banho, tirar do banho, botar pra dormir, tirar da cama, tirar a roupa, botar a roupa… Tu-do! Nadica é na hora que a gente quer, nada é simples e não há situação em que ele me atenda na hora (a menos que eu tenha algo pra negociar – mas há coisas que não cabem negociação alguma). Ufa! Mas há também, e claro, momentos maravilhosos. Meu filho é meu companheirão!!!

Resuminho básico…

Um mês sem escrever nada aqui… MELDELS!!!

Francisco tá com laringite. Uma be-le-zo-ca! Não quer comer, não tá indo à escola, e também não pára quieto. Tirando a primeira noite de febre, o pequeno nem parece que tem alguma ite enchendo os pacová!

Sem Título-4aEstamos dormindo no meu quarto, com direito a vaporizador e o cacete! Agora vocês imaginem euzinha, que odeeeeeeeeio ar quente, que tenho pavor de dormir com a janela fechada e que só gosto de sauna seca, dormindo num quarto fechado e com o vaporizador ligado! Taqueoparêo, viu? E isso tudo pra daqui uns anos o moleque dizer que eu sou insuportavelmente chata e que ele queria ser filho da mãe dozôtro!

-----------Fim da Sessão “Mãe Sofre”--------------

O que tá me deixando com os cabelos em pé (além do vaporizador, claro) é que Francisco decidiu fazer greve de fome. Ó que beleza. A pessoinha já tá doente, e agora resolveu não comer, pra ajudar bem. Maravilha, só que não! Fica duas horas com a mamadeira na boca sem beber uma gota de leite. Aliás, agora ele cismou que não gosta de leite e até ontem ele era um bezerro. Como faz? HAAALP!

E, ó, o rapazinho é hipocondríaco. Chamo pra tomar remédio ele já vem com a boca aberta, falo que vai ao hospital ou ao médico, ele pula da cama parecendo que tá indo pro parquinho. Esse menino não é normal não…

hipocondríaco

 

Segunda-feira teve festa de dia dos pais da turma dele e ele não foi por motivos de pai embarcado. Na boa, acho que as escolas deveriam abolir essas festinhas de dia dos pais e dia das mães e fazer uma festa da família. Tem criança que tem dois pais, que tem duas mães, que o pai não dá a mínima, que a mãe morreu, que é criado pelos avós, pelos tios… tem tanto jeito de formar uma família que eu acho uma puta de uma sacanagem que só se homenageie um tipo. Vou cantar essa bola na reunião do semestre. Quem sabe não funfa?

 

 

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Acabei não falando das férias aqui. Na última semana fomos pra Campanha (MG) e foi bem legal. O pequeno se divertiu. Viu trator o dia inteiro passando em frente à casa da minha avó, andou de ‘mulônei’ (a plaquinha dizia que era pônei, mas aquilo lá nunca foi pônei, nem sm sonho – e o paelido ‘mulônei’ foi cunhado pelo Sandro Serpa), entrou na boléia de um caminhão, subiu em um trator, mexeu nos bibelô da casa /o\ , roubou a bengala da minha avó toda hora… e no último dia arrumou uma otite que acabou com a graça dele. O pobrezinho urrava de dor. Que dó! Que dó!

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E é isso… Na verdade eu tinha um monte de coisas pra escrever sobre as férias, mas o tempo foi passando, passando, passando (uma semana só, mas foi tão cheia de coisas que parece que durou um ano) e eu, sinceramente, esqueci.

Vou tentar ser menos mãe de merda da próxima vez e registrar tudo bem rapidinho antes que eu esqueça dos detalhes! :)

A Casa

É raro conseguir filmar o pequeno, porque ele costuma virar estátua diante de uma câmera. E como raro não é impossível, cá está o primeiro vídeo do moleque cantando:

 

 

Sonrisa

Discagem Direta do Polo Norte

Daí que já passamos do meio do ano e o Papai Noel já entra em todas as negociações desta casa. “Se não comer tudo, Papai Noel não vai trazer presente, porque Papai Noel não traz presente pra criança que não come!” (literalmente, velho capitalista filho duma ronquifuça)
 
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Há dois dias o Francisco se recusa a comer e faz um show de horrores a cada tentativa. Um saco. Haja paciência e criatividade, dá vontade de arremessar a criatura pela janela, de tanto piti que ele dá. Hoje resolvemos então fazer o Papai Noel (eu!) ligar pra ele, pra avisar que se ele não jantasse, o carrinho que ele tanto quer seria de outra criança
 

- Aiô!

- Ho Ho Ho!

- Aiô!

- Francisco, é o Papai Noel. Você vai comer tudinho?

- Cadê Papai Noel?

- Ho Ho Ho! Tô aqui falando com você ao telefone!

- Cadê?

- Aqui, moleque! Tô no telefone!

- Mamãe? É a mamãe! (ele é muito esperto ou eu que sou uma anta?)

- Ho Ho Ho!

 

 


Corta pra mamãe com cara de panqueca!



FUÉEEEEEEN!!!!



Mãe incompetente que não consegue enganar uma criança de 2 anos! /o\



Mas ele jantou! Na dúvida, achou melhor jantar…  POOOONTO PRA MAMÃE! \o/

PAPATU

- Filho, vamos passear?

- Mamãe, o papatu!

- O papatu, fio? Vou pegar! - eu bem sei que papatu é sapato, mas se eu falo certinho, eu perco o melhor do baile: ele me corrigindo.

- Não: pa-pa-tu!

- Pa-pa-tu?

- Nãaaaao, paaaa-paaaaa-tuuuu

- Aaaaah, sapato?

- É… papatu! :)

Quem é o cantor?

E o meu pequeno gosta mesmo de cantar (e só hoje comecei a gravar – me matem!), quando está sozinho no quarto, brincando, tá cantando. E gosta que a gente cante pra ele também, principalmente na hora de dormir.
De uns dias pra cá, três ou quatro, no máximo, incluí Fogo e Paixão no repertório, que é bem eclético, diga-se de passagem. Tem Wando e Vicente Celestino, tem Chico Buarque e Tiririca. Tudo depende do dia e do meu humor -  e do dele.
Ontem eu comecei a cantar e dei aquela engasgada bacana com a saliva e qual não foi a minha surpresa quando –e eu crente que ele estava dormindo – continuou a cantar enquanto eu tentava não morrer? :)
Hoje gravei o pedacinho que eu consegui.Vejam se não é muito delicinha esse meu Wandinho ^^ (mesmo… pq não pode ver uma calcinha minha dando sopa que pendura no pescoço! 0_o)

FRAN-CIS-CO

Francisco já fala ‘de um tudo’, menos o nome dele. Não adianta, não há o que faça com que ele diga FRAN-CIS-CO. Desde sei lá quando, que isso eu não lembro mesmo, toda vez que alguém pergunta o nome dele, ele responde: Cecé (ou Sessé, Cessé, Secé… sei lá, ele ainda não sabe escrever, então não sei como é - fica a gosto do freguês, por enquanto). Eu tento, tento, tento e nada do moleque pronunciar o nome que euzinha escolhi com tanto amor. Se ele soubesse o trabalho que eu tive pra convencer o pai dele pra que ele ganhasse esse nome, ele jamais faria essa desfeita com moi.

Hoje, na hora do jantar, minha mãe pegou um livro que a minha madrinha deu assim que ele nasceu, que conta a história de São Francisco. Eu, que sou agnóstica, nada tenho com os seres incríveis e invisíveis do além, nutro uma simpatia por este personagem católico. Vai ver que é por conta do seu amor pelos bichos. Super amo quem ama bichos. Ponto pro santo!!! Enfim, gosto do cara, então nem impliquei e nem dei sumiço no livro. Tá aqui pra ele ler ver quando bem entender.

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Então… Minha mãe mostrou São Francisco pra ele, os bichinhos todos, ele ficou encantado e tal e coisa, prestou a maior atenção. Lá pelo meio da história, perguntamos pra ele: Francisco, como é o nome desse moço? Francisco estava ainda engolindo a comida e esperou pra responder, que ele é bem educadinho e não fala com a boca cheia. Nessa fração de segundo meu coração se encheu de esperança: ele vai falar Francisco, ele vai falar Francisco… fiquei ali, esperando, super confiante, quando ele respondeu: CECÉ!

Fuéeeeeeeeeen! Faiô! :(

 

Então, tá, né? Cês fiquem aí com São Cecé, que eu vou ali chorar na cama que é lugar quente! #mimimi

Questão de Lógica

Submetendo o filho a uma simples questão de lógica:

 

- Francisco, quem é a mãe do pintinho?

- A ainha!

- E como é que a galinha faz?

- Tototó (oi?)

- E o pintinho, como faz?

- Piu!

- E a mãe do pintinho, filho, como faz?

Ele pára, pensa, olha pra mim, pensa mais um pouquinho, faz aquela cara de inteligente e diz:

-Piu!

Decepcionado

 

galinha e pintinho

O pintinho, piu, piu, piu. O pintinho, piu, piu, piu…

Ogrinho!

Nem tardou e nem falhou. Fui convidada a ir conversar com a professora.

Francisco ontem deu umas bifas no João, e voltou com a mania de sair abraçando geral.

Quanto ao caso do João, bem, levando em consideração que o menino já tinha dado umas porradas nele, eu não fiquei tão preocupada (a menos que isso se torne recorrente – ‘magina que coisa horrorsa ter filho brigão – acho que não carece de atenção especial). Eu conversei bastante com ele e disse que bater era coisa de troglodita, mas ele deve ter achado que essa era a melhor maneira de se defender naquele momento, então eu e também teve uma aulinha com a avó de como dar um chega pra lá no João, pedi à professora que me avise caso isso se repita, pra aí sim eu me dedicar um pouco mais a esse assunto.

O que me preocupa de fato são esses abraços. Ele sempre foi uma criança super amorosa, super carinhosa, e sempre gostou de abraçar as pessoas, principalmente crianças. É raro. No geral os pequenos são tudo umas pragas anti-sociais arredios, envergonhados, evitam contato físico com quem não conhecem, mas o Francisco sempre foi o contrário. Até aí tudo lindo, tudo engraçadinho, maaaaaas…

Free-hugs

O problema é que só ele gosta de abraçar, o resto da turma não. E ele é um bem grandinho pra idade dele, é o maior da turma, então ele fica parecendo aqueles cachorros enormes e desastrados que pulam nas pessoas e derrubam o abraço dele não é uma coisa muito agradável pras outras crianças. Trocando em miúdos, ele é bem ogro nessas demonstrações de afeto.

Mas e aí?  Eu não quero que ele deixe de gostar de abraçar, porque isso faz parte da personalidade dele e eu acho muito bacana, mas como eu vou explicar pra ele que do jeito que ele tá fazendo não tá legal? Como explicar que tem hora que esse abraço não é bem-vindo, mas que tem hora que é? Como vou ensiná-lo a medir a intensidade disso? (pra essa parte aí eu até tive uma idéia, não sei se vai funcionar, mas vou tentar) Ele sabe que abraçar é bom, a gente vive se abraçando aqui em casa, ele sabe que isso é uma das demonstrações de carinho mais bacanas, como ele vai entender que alguém (alguém = as criança tudo! /o\ ) não está gostando disso, e o que era pra ser uma coisa boa está se tornando um problema na socialização dele?  Gente, como explica isso pra uma criatura de 2 anos?  HAAALP!

Como ele tem mais contato com crianças na escola, eu tô contando muito com a ajuda da professora pra resolver essa pendenga. Conversei com ela e pedi que ela o orientasse, mas sem proibí-lo de abraçar os amiguinhos, não quero que ele se sinta reprimido, muito menos em demonstrações de afeto, que afeto – cada vez mais raro – a gente tem mais é que estimular.

minhanossasinhodadascriançasogras, valei-me!

 

O monstro embaixo da cama!

Uma e meia da manhã. Francisco acordou pra mamar e eu, que não comia desde as 18h, acabei por ir até a cozinha tomar um como de leite, enquanto lavava a mamadeira, pra acalmar meu estômago. De repente, eu ouço um choro meio apavorado. Francisco levantou e não me viu na minha cama, estava tudo escuro e ele havia acabado de ver um monstro no quarto dele, tadinho.

“Cadê mamãe? Mamãe, mamãe… monstro!” Ô, tadinho. Ele estava realmente apavorado.

Peguei no colo, acalmei o pequeno e coloquei pra dormir comigo, porque ele não queria voltar pro quarto dele de jeito nenhum, e só dormiu depois que eu abracei bem forte, não deixando um espacinho do corpo dele sem a proteção que ele esperava e precisava. E assim passamos a noite, agarradinhos, porque – claro – o monstro poderia voltar a qualquer momento.monster_under_bed

Hoje, pela manhã, quando acordou, Francisco me fez procurar pelo monstro. Inspecionamos a casa inteira até que ele se convenceu que ele tinha mesmo ido embora. Quer dizer: se convenceu mais ou menos, porque toda hora ele vem me perguntar se o monstro deu mesmo linha na pipa!

Eu sei que não vai adiantar nada dizer a ele que monstros não existem, porque se ele viu, é porque existe, ora bolas. Ele ainda não tem condições de distingüir sonho/imaginação de realidade, então vamos trabalhar com o que podemos: o monstro existe e andou passeando pelo quarto dele ontem. E eu vou protegê-lo toda vez que ele achar que está ameaçado e com o tempo vou tentando arrumar um jeito dele não sentir tanto medo.

E que venham os monstros todos. Nenhum deles é páreo para a super-mãe aqui! Rá!

Manhê, o Tonico me bateu… *

Daí que o Francisco, ultimamente, não tem tido muita vontade de ir à escola. Eu achei que estava normal, porque me disseram que era assim mesmo: primeiro chorar, depois adaptar e depois chorar de novo até a adaptação final. Mas eu já estava achando que a segunda fase de choradeira estava durando demais e resolvi perguntar pra ele se as tias brigavam com ele, se batiam nele ou qualquer coisa desse tipo, e ele sempre disse que não. Até que ontem a minha mãe perguntou se algum coleguinha batia nele e a resposta foi: “João”. Matou a charada!

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O João é o amiguinho de quem ele mais fala. Toda vez que pergunto com quem ele brincou, ele responde que foi com o João. Quando vou buscá-lo ele sempre me mostra o João. Eles correm juntos, se abraçam… se eu tivesse que adivinhar quem era o amigo que bate nele na escola, jamais acertaria. A mãe dele está grávida (será que isso pode explicar a agressividade do rapazinho?), e quem escolheu o nome do irmão foi o João. O nome escolhido foi Francisco. A mãe dele diz que ele só fala do Francisco, o tempo todo. Vai entender…

Bem, hoje eu fui perguntar pra professora, como é o relacionamento dos dois. Fiz o Francisco dizer pra ela quem batia nele, e ainda pedi pra ele apontar, pra gente ter certeza de quem ele estava falando. Ela me disse que eu não sou a primeira que vai reclamar do mesmo menino (mas, vejam bem, eu nem reclamei. Eu sei que isso é uma coisa relativamente normal na idade deles), que já chamaram os pais dele e que a escola está tentando domar a ferinha. Eu imagino que este não deva ser um processo fácil, então pedi à professora que fique mais atenta quando os dois estiverem próximos, pro Francisco não virar saco de pancada do pequeno rebelde e nem ficar com trauma da escola.

A vontade que dá (mas passa, ainda bem) é de dizer pro Francisco: bate nele também, moleque!, mas eu sei que esse, nem de longe, é o melhor jeito de fazer o João parar, muito pelo contrário. Daí eu tentei explicar pra ele que o João ainda não aprendeu que não pode bater, que ele ainda não sabe que isso é feio e errado, e que é pra ele chamar a professora quando acontecer de novo, que ela vai ajudar. E que é pra ele brincar, também, com os outros amiguinhos que não batem. Ai, que situação… /o\

E eu vou tentar monitorar daqui, perguntando pra ele se ele brincou muito e com quem, se alguém brigou com ele, se ele chorou, se a tia brigou. Não posso ignorar o fato como também não posso supervalorizar, porque crianças brigam, batem, mordem, choram. É normal pela impossibilidade de controlar, ainda, as emoções. Francisco mesmo, em casa, quando está puto da vida com alguma coisa, tenta bater na gente, arremessa as coisas, tem faniquito… Não dá pra exigir que uma criança de 2 anos racionalize seus sentimentos.  Se eu achar que está demais, que passou do ponto, vou lá outra vez, só que dessa vez pra reclamar, porque a escola e os pais do menino já estão cientes do problema.

No mais, meldels, como o tempo voa: ele nasceu ontem e já tá apanhando na escola? O_o

 

* Mas porque diabos eu escrevi Tonico no título se o nome do moleque é João? Clique aqui, se você não teve infância ou se não era criança nos anos 80. :P

Aí…

Francisco á que tá falante. Como eu disse antes, às vezes ele me conta uns casos compriiiiiiidos e que eu não faço a menor idéia (deixa o meu acento aí que eu não aceitei e nem assinei acordo nenhum) do que se trata, o que me dá desespero, porque eu morro de curiosidade e jamais saberei o assunto.

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Só que agora ele jura que é artista e só conta caso se for no palco. Oi? Isso mesmo. Ou ele sobe no rack da tevê, ou numa caixinha de madeira, ou até mesmo na mesinha lateral da sala e começa: “Aí…”, porque todas as histórias dele começam assim, com um belo e sonoro “aí”!!! E ele ri, gesticula, faz caras e bocas e quando termina, desce do ‘palco’ e diz: “cabô”.

E aí eu mando ele contar outra história, porque o meu pequeno artista é a coisa mais fofa desse mundo! :)))

Fico devendo um vídeo da apresentação.

Ó nóis aqui travêis!

MELDELS!!! Desde agosto sem atualizar esse blog. O moleque tinha um ano e meio e agora já está com dois anos e dois meses. De lá pra cá tanta coisa aconteceu. Ele entrou na escola (em outubro), nos mudamos de cidade, ele entrou em outra escola, anda falando pelos cotovelos, conta altas histórias (e eu não entendo patavinas, mas super faço cara de interessada).

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Tive muita vontade de escrever durante todos esses meses, mas confesso que não tive paciência. Me arrependo de não ter me esforçado um pouco mais. Algumas histórias divertidas já começam a se perder na memória e é uma pena que não tenham sido registradas. Mas, como nunca é tarde demais para recomeçar, eis-me aqui, de volta, para contar as peripécias do meu filhote, que tá cada dia mais lindo, mais esperto e mais falante.

 

IH, MAMÃE…

Agora ele tá se amarrando em assistir filmes curtinhos. Suas mais recentes paixões são “Os Três Porquinhos” e  “Chapeuzinho Vermelho”. Tudo por causa do Lobo Mau, é bom dizer.

Hoje, depois que ele voltou da escola, o pai colocou, no laptop, um desses pra ele assistir, mas o filme não carregou. Francisco me olha sério e diz:

- Ih, mamãe, deu xabu!!!

Tem como não amar? :)

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