Em dezembro nos mudamos do Ridijanêro para Volta Redonda, por alguns motivos que não vêm ao caso. O fato é que viemos e estamos felizes aqui.
E Francisco, como todo bom carioca, sente a maior falta do mar. Vira e mexe fala de mar, pede pra ver o mar. Ontem o levamos à praia (leia-se: nosso antigo quintal), pra ele ver o mar.
Sol, sem vento, temperatura amena? Deixa o moleque só de fralda, que é pra tomar um solzinho esperto! ;) E a PRIMEIRA coisa que ele fez foi arrancar a fralda. E tome correr pelado pela areia. Delícia, né, filhote? Pois é, mas não pode… infelizmente não pode. Mas isso a mamãe te explica quando vocês estiver maiorzinho.
Depois e devidamente vestido (devidamente é o cacete, criança podia poder correr pelada por aí sem que houvesse qualquer risco – mundinho de merda!), foi até a água com o pai, pra molhar os pezinhos e ganhar a bênção de Iemanjá, (sim, eu sou agnóstica e não entro no mar, sequer olho para o mar sem pedir licença e bênção pra Iemanjá. Me deixa!), maaaaas… olhem no que deu:
E foi uma farra daquelas. Eu coloquei os pés na água e tava gelada pra cacete, mas criança sente frio? Sente, claro, mas é ruim que deixa de se divertir por causa disso!!!
(já o pai tá gripado depois da farra. Gripado e mancando. É, homem quando fica gripado, manca. Pó reparar!)
E aí saiu do mar com essa cara de quem saiu na sexta e só voltou pra casa na quarta-feira de cinzas! :P
Te preocupa não, filhote: daqui uns dois anos a gente volta pro nosso quintal! :)
