Resuminho básico…

Um mês sem escrever nada aqui… MELDELS!!!

Francisco tá com laringite. Uma be-le-zo-ca! Não quer comer, não tá indo à escola, e também não pára quieto. Tirando a primeira noite de febre, o pequeno nem parece que tem alguma ite enchendo os pacová!

Sem Título-4aEstamos dormindo no meu quarto, com direito a vaporizador e o cacete! Agora vocês imaginem euzinha, que odeeeeeeeeio ar quente, que tenho pavor de dormir com a janela fechada e que só gosto de sauna seca, dormindo num quarto fechado e com o vaporizador ligado! Taqueoparêo, viu? E isso tudo pra daqui uns anos o moleque dizer que eu sou insuportavelmente chata e que ele queria ser filho da mãe dozôtro!

-----------Fim da Sessão “Mãe Sofre”--------------

O que tá me deixando com os cabelos em pé (além do vaporizador, claro) é que Francisco decidiu fazer greve de fome. Ó que beleza. A pessoinha já tá doente, e agora resolveu não comer, pra ajudar bem. Maravilha, só que não! Fica duas horas com a mamadeira na boca sem beber uma gota de leite. Aliás, agora ele cismou que não gosta de leite e até ontem ele era um bezerro. Como faz? HAAALP!

E, ó, o rapazinho é hipocondríaco. Chamo pra tomar remédio ele já vem com a boca aberta, falo que vai ao hospital ou ao médico, ele pula da cama parecendo que tá indo pro parquinho. Esse menino não é normal não…

hipocondríaco

 

Segunda-feira teve festa de dia dos pais da turma dele e ele não foi por motivos de pai embarcado. Na boa, acho que as escolas deveriam abolir essas festinhas de dia dos pais e dia das mães e fazer uma festa da família. Tem criança que tem dois pais, que tem duas mães, que o pai não dá a mínima, que a mãe morreu, que é criado pelos avós, pelos tios… tem tanto jeito de formar uma família que eu acho uma puta de uma sacanagem que só se homenageie um tipo. Vou cantar essa bola na reunião do semestre. Quem sabe não funfa?

 

 

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Acabei não falando das férias aqui. Na última semana fomos pra Campanha (MG) e foi bem legal. O pequeno se divertiu. Viu trator o dia inteiro passando em frente à casa da minha avó, andou de ‘mulônei’ (a plaquinha dizia que era pônei, mas aquilo lá nunca foi pônei, nem sm sonho – e o paelido ‘mulônei’ foi cunhado pelo Sandro Serpa), entrou na boléia de um caminhão, subiu em um trator, mexeu nos bibelô da casa /o\ , roubou a bengala da minha avó toda hora… e no último dia arrumou uma otite que acabou com a graça dele. O pobrezinho urrava de dor. Que dó! Que dó!

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E é isso… Na verdade eu tinha um monte de coisas pra escrever sobre as férias, mas o tempo foi passando, passando, passando (uma semana só, mas foi tão cheia de coisas que parece que durou um ano) e eu, sinceramente, esqueci.

Vou tentar ser menos mãe de merda da próxima vez e registrar tudo bem rapidinho antes que eu esqueça dos detalhes! :)

Um comentário:

  1. Cara, eu também fico chata pra comer quando tô doente. O que eu faço é comer o que mé dá vontade, pra não ficar de barriga vazia.
    Vê se ele se amarra em frutas bem aguadas, como melancia, pra ficar bem hidratadinho, e em suco de laranja ou caju, que têm muita vitamina C. E, se o que ele quiser for biscoito, biscoito nele. Melhor que nada.

    No mais, melhoras pro pequeno, e muita paciência.

    Quanto à festa da família, algumas escolas já se tocaram disso. Mas a família nuclear tradicional ainda é forte e a comemoração acaba ficando com tom de dia dos pais ou dia das mães. Na escola do meu filho eles fazem uma festa da família em maio e uma em agosto, mas não tem musiquinha de mamãe ou de papai. Na de maio até rolou presente pras mães -- que é mais fácil criança sem pai que sem mãe -- mas parece que na de agosto, que vai ser amanhã, não vai ter isso, não. Eu, que sou mãe solteira de verdade, me arrepio da cabeça aos pés com essa coisa de dia dos pais, na escola antiga meu filho ficava a semana toda sem ir à aula pra não ser submetido ao sofrimento. Mas agora, na 1ª série, tem que ir, porque tem conteúdo. Mas a dona da escola, segundo me informaram, é lésbica, e desconfio que a professora dele também é lésbica, então a visão da instituição é um pouco mais avançada em relação a isso. Mas, de um modo geral, se na escola não tem alguém que vive a experiência de uma família não tradiconal, fica bem difícil pensarem uma programação diferente.

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